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A congelação de ovócitos envolve a recolha e criopreservação de uma parte dos ovócitos de uma mulher para potencial utilização futura em técnicas de procriação medicamente assistida, como é o caso da Fertilização in Vitro (FIV). Todas as amostras criopreservadas do sangue e tecido do cordão umbilical são testadas através de um exaustivo controlo de qualidade, de modo a avaliar o seu potencial e segurança terapêuticos. A Crioestaminal é licenciada pela Direcção-Geral da criovida.pt Saúde (DGS) como banco de tecidos e células e tem uma autorização emitida pelo Infarmed para produção de medicamentos experimentais para uso em humanos, particularmente medicamentos fabricados a partir de células mesenquimais do tecido do cordão umbilical.
- “Espero ver mais resultados encorajadores nesta linha de trabalho, que acabarão por se traduzir numa maior viabilidade de sistemas biológicos em todas as escalas — desde células isoladas até órgãos inteiros”, conclui o investigador.
- No entanto, e sendo este um processo dispendioso, é importante esclarecer os pormenores e potencialidades deste processo, assim como possíveis dúvidas que possam surgir na cabeça dos pais, de modo que a fazerem uma escolha mais informada.
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- Além disso, os embriões podem ser armazenados por tempo indefinido, o que permite a sua utilização em futuras tentativas de gravidez.
- A criopreservação do sangue e tecido do cordão umbilical é, hoje em dia, uma importante opção por parte dos pais relativamente ao futuro do seu bebé e até da sua própria família.
Vida Saudável
Segundo a legislação portuguesa, a criopreservação de esperma é feita por um período de cinco anos renováveis, caso o paciente assim o pretenda. Muitos pais não sabem também que é possível doar, de forma gratuita, as células estaminais para investigação ao banco de tecidos e células da Crioestaminal. Ao longo de duas décadas, a missão da empresa tem sido a disponibilização de células estaminais para tratamento e o contributo para o desenvolvimento desta área da medicina. Todos os anos, milhares de pessoas são diagnosticadas com doenças curáveis através de transplantes de células estaminais hematopoiéticas.
Ficha Técnica
Para recolher os ovócitos, os especialistas iniciam um processo de estimulação ovárica, “idêntico o que se faz em qualquer tratamento de reprodução medicamente assistira”, explica Teresa Almeida Santos. Além do processo, a taxa de sobrevivência dos ovócitos está também dependente da qualidade dos óvulos. “Esta substituição protege as membranas da célula e faz com que o ovócito resista ao processo de criopreservação, nomeadamente às temperaturas muito baixas a que vai ser submetido”, adianta. A área da criopreservação sofreu uma grande evolução nas últimas décadas e o processo utilizado atualmente tem uma maior taxa de sucesso. Trata-se de uma técnica de congelação de ovócitos possibilitando a preservação da fertilidade a mulheres com diagnóstico de cancro antes de tratamentos de quimio ou radioterapia. Ao entender as técnicas, aplicações e desafios envolvidos, podemos maximizar o uso dessas amostras em benefício da saúde humana.
Crioestaminal: na linha da frente da inovação
Isto inclui a utilização de crioprotectores adequados, o controlo preciso das taxas de congelação e descongelação e a manutenção de temperaturas ultra-baixas consistentes. As consequências de um armazenamento incorreto – que vão desde a redução da viabilidade celular a alterações genéticas e contaminação – podem repercutir-se na comunidade científica, podendo fazer descarrilar anos de investigação e desorientar campos de estudo inteiros. O armazenamento correto de linhas celulares humanas é uma pedra angular no edifício da investigação biomédica moderna. O armazenamento adequado não só protege bens de investigação valiosos, como também contribui para a reprodutibilidade e fiabilidade das descobertas científicas. O risco de contaminação também aumenta com práticas de armazenamento deficientes, introduzindo potencialmente micoplasma insidioso ou outros microrganismos que podem espalhar-se sem serem detectados para outras culturas. Quando as células humanas não são mantidas às temperaturas ultrabaixas necessárias ou sofrem flutuações de temperatura, podem sofrer danos irreversíveis nas suas estruturas celulares e material genético.
Algumas leucemias e doenças congénitas devidas a alterações cromossómicas não permitem a utilização de células estaminais do próprio, porque se estaria a reintroduzir a doença a eliminar..6. A proteção da placenta garante que as células estaminais do cordão umbilical, estão livres de vírus, de doenças e têm um menor risco de transmissão de infeções ou vírus. A recolha do sangue do cordão umbilical é um processo rápido, indolor e livre de riscos para a mãe e para o bebé, pois é feito após o corte do cordão. Além dos serviços Basic e Advantage, a Crioestaminal disponibiliza o serviço Maximum que, entre outras vantagens, permite a preparação de uma amostra de tecido do cordão umbilical para utilização imediata em caso de necessidade, processada por uma tecnologia exclusiva e acreditada pela AABB. Até ao momento, os estudos e a evidência científica indicam que as células do sangue do cordão umbilical criopreservadas mantêm as suas características durante um período de cerca de 25 anos. Depois deste arrefecimento controlado, as amostras são mantidas em tanques de criopreservação abastecidos com azoto líquido, a temperaturas muito baixas (na ordem dos -196ºC), durante o tempo de duração do contrato ou até serem requisitadas para tratamento.
Através da disponibilização de diferentes modalidades, a Crioestaminal pretende garantir que a criopreservação seja viável para todas as famílias. Para começar, precisará de aderir ao serviço de criopreservação. Muito devido às suas raízes científicas, a Crioestaminal tem assumido como objetivo atuar não só como um banco de criopreservação, mas também como uma organização que contribui ativamente para o desenvolvimento da medicina na área das terapias celulares, afirma Mónica Brito. “O investimento nestes projetos reforça a importância das células estaminais na medicina, contribuindo para o desenvolvimento deste setor em Portugal.
§2º A amostra ou os embriões criopreservados devem ser acondicionados em reservatórios identificados e com o material refrigerante adequado para a preservação das características e funções biológicas da amostra ou do embrião. O transporte das amostras deve ser validado e realizado de acordo com as especificações técnicas fornecidas pelo BCTG. I- observância dos critérios de triagem clínica, laboratorial e microbiológica;
O grande negócio dos centros de dados
A transferência de embriões a fresco (TEF) ocorre geralmente 3 a 5 dias após a recolha dos óvulos. Estudos indicam que as taxas de sucesso são geralmente mais altas em transferências de embriões congelados, especialmente em mulheres com mais de 35 anos. Este método permite que os embriões sejam testados para anomalias genéticas antes da transferência, aumentando as hipóteses de uma gravidez bem-sucedida. A transferência de embriões congelados (TEC) ocorre num ciclo separado, normalmente 6 a 8 semanas após a recolha dos óvulos.
Apesar dos benefícios, a criopreservação também enfrenta alguns desafios. A criopreservação oferece várias vantagens para a conservação de plantas. Continue lendo e descubra 35 fatos incríveis sobre a criopreservação de material vegetal!